Delegado da Polícia Federal afastado em suspeita de vazamento tem 22 anos de atuação na corporação
- 19 de ago.
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Investigado na Operação Sinon, delegado José Navas Júnior possui trajetória na Polícia Federal desde 2004 e já atuou como instrutor na Academia Nacional de Polícia
Marília — O delegado da Polícia Federal José Navas Júnior, alvo da Operação Sinon por suspeitas relacionadas a vazamento de informações e corrupção em Marília, possui 22 anos de atuação na corporação. Ele ingressou na Polícia Federal em janeiro de 2004 e, ao longo da carreira, exerceu diferentes funções dentro da instituição.
Segundo as informações divulgadas, Navas também atuou como instrutor na Academia Nacional de Polícia, onde ministrou aulas durante três meses. O delegado ainda teria criado um curso voltado ao treinamento de candidatos para concursos públicos.
Na Delegacia da Polícia Federal em Marília, Navas atuou na área de comunicação. Até 2023, exerceu também a função de substituto eventual do chefe do Núcleo de Polícia Administrativa, cargo que deixou naquele ano.
A trajetória profissional inclui ainda especialização na área de crimes cibernéticos. Conforme as informações divulgadas, o delegado realizou cursos no exterior, incluindo capacitações na Holanda e na Espanha.
Navas também produziu artigos relacionados à área de atuação e escreveu um ensaio sobre espionagem.
A investigação que motivou seu afastamento aponta suspeitas de vazamento de informações e possíveis práticas de corrupção. O caso é tratado no âmbito da Operação Sinon, e as acusações ainda dependem da apuração das autoridades competentes e do devido processo legal.
O afastamento do cargo ocorre enquanto as investigações avançam para esclarecer a eventual participação do delegado nos fatos investigados.
Fonte: Marília Notícias.





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