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HOMEM É PRESO EM FLAGRANTE APÓS FURTO DE CELULAR EM LOJA NO CENTRO DE TUPÃ

  • 1 de ago.
  • 2 min de leitura

Na manhã deste sábado (1º de agosto), um homem identificado pelas iniciais J.T.R. foi preso em flagrante após furtar um aparelho celular de um estabelecimento comercial localizado no Centro de Tupã. Além do furto, ele também foi apresentado à Polícia Civil por ato obsceno e por utilizar serviço de transporte sem efetuar o pagamento.


De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada após receber denúncia de que um indivíduo havia furtado um aparelho celular da marca Samsung no interior da loja Agromerko, localizada na Rua Francisco Lagustera.


Segundo relato da vítima, o suspeito pediu ajuda para chamar um táxi e, aproveitando um momento de distração, subtraiu o celular pertencente ao estabelecimento. Ao ser questionado sobre o desaparecimento do aparelho, o homem abaixou o shorts para demonstrar que não estaria com o celular, ocasião em que a vítima percebeu que ele estava sem roupa íntima, caracterizando também a prática de ato obsceno.


Imagens do sistema de monitoramento registraram a saída do autor da loja, permitindo que os policiais iniciassem buscas pela cidade.


Pouco mais de uma hora depois, equipes localizaram J.T.R. na Avenida Tamoios, próximo ao número 1902. Durante a abordagem, os policiais encontraram o aparelho furtado no bolso da bermuda do suspeito.

Questionado, ele confessou o furto e recebeu voz de prisão em flagrante, sendo conduzido à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Tupã, onde a autoridade policial ratificou a prisão.


Taxista também foi vítima

Durante a ocorrência, os policiais localizaram o taxista que havia realizado uma corrida para o suspeito. O motorista informou que o passageiro solicitou a corrida, mas, ao chegar ao destino, fugiu sem pagar o valor de R$ 45, correndo pela Avenida Tamoios.


O taxista foi ouvido como vítima e testemunha, reforçando a ocorrência do crime previsto no artigo 176 do Código Penal, que trata da utilização de transporte sem dispor de recursos para pagamento.


J.T.R. permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.


 
 
 

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